Como dominar o medo de falar em público, em 3 passos, através da abordagem psicológica, desde que você decida pelo seu melhor.

É difícil concorrer com o medo de falar em público quando consideramos os medos humanos. Ele sempre figura entre os primeiros e mais difíceis de serem vencidos. O problema não é sentir o medo, afinal medo é uma emoção comum como tantas outras. E todas as nossas emoções são naturais, ou seja, nascemos sabendo como senti-las. O problema está no quê dispara esse medo. Alguns autores apostam de forma bem acertada no motivo que envolve o julgamento que podemos receber do público sobre nós. Esse é, certamente, um dos principais motivos que dispara nossa ansiedade no momento de falar em público, concorda? Outro motivo é não conhecer técnicas de comunicação para falar bem. E neste sentido, é importante reforçar que, a Oratória não é como a comunicação do dia a dia. Basta lembrar que nossa fala diária é toda improvisada e a Oratória deve ser pensada a partir de uma estrutura de começo, meio e fim, além de atender a uma série de requisitos de boa comunicação e relacionamento com o público, só para pensar nas coisas mais iniciais dessa arte antiga. O medo de falar em público pode ser vencido? Para compreender bem sobre isso, devemos saber posicionar os elementos da forma correta desde o início. Começo pela afirmação de que o medo é um efeito e não uma casa. E não é possível resolver o efeito sem abordar a causa. Nesta mesma abordagem, também será importante considerar que, o medo, sendo uma emoção, torna necessário que, a causa esteja também dentro do mesmo campo, ou seja, o campo psicológico, psíquico, emocional. Assim considerando, vamos descartar a tentativa de resolver uma questão emocional a partir de aspectos puramente racionais. Como exemplo, consideremos alguém que busque resolver um trauma emocional através de repetições de frases positivas. Provavelmente o efeito disso pode ser pequeno demais para ser sentido na medida da necessidade real de quem sofre ao falar em público e sente um misto de medo e pânico. A partir desse posicionamento podemos seguir para o alvo da nossa ação retificadora. Quais os reais motivos do medo de falar em público? Se quisermos olhar com sinceridade para o real problema, deveremos considerar que este habita de fato dentro de nós; não no público. Através de uma abordagem psicológica, poderíamos rapidamente identificar nossa insegurança, no que se refere à sustentação de nossa oralidade diante de grupos, a partir da percepção que temos dos olhos que nos observam. Eles nos fitam com a expectativa de receber um conteúdo efetivo, real, verdadeiro, responsável. Pessoas sem experiência de falar em público temem diante dessa situação nas primeiras vezes. Este primeiro ponto poderíamos chamar de: Autoconfiança. Ou melhor ainda, a falta dela. Aqui identificamos a falta de nos sentirmos hábeis para corresponder a tal modo de relação. De outra maneira também deveríamos lançar um breve olhar para a questão: Você se avalia positivamente como um comunicador de público? Se sua resposta for não, teremos um segundo veredicto sobre nossa falta de elementos internos para levar a cabo a missão de falar bem em público: A Auto Imagem positiva. Ou, também como no primeiro caso, a falta dela. Avaliar-me incompetente para o feito só vai me fazer sentir mal ante a exigência da ação. Somando-se a estes dois, um terceiro e fundamental elemento, todos dentro do campo mais íntimo do ser, salta à vista, justamente ao observarmos trejeitos e o comportamento físico geral dos novos oradores ao se apresentarem. É que eles parecem tímidos. Não sustentam o olhar, desviando para cima ou para baixo. Mal conseguem ficar parados no palco, apoiados sobre seus dois pés; balançam como pêndulos invertidos, apoiando-se quase desequilibradamente, ora num pé ora noutro, tornando o visual desequilibrado, dando ao público um show de expectativa de queda. Ao se apoiarem sobre uma das pernas, colocam o pé oposto no chão apoiado apenas pelo calcanhar com a ponta do sapato apontado para o teto em atitude displicente. Em outra variação desta postura, jogam uma das pernas para trás apoiando a ponta do calçado no chão, lembrando um comportamento mais adolescente. As mãos parecem não encontrar lugar apropriado no espaço para se acalmarem. Movimenta-se freneticamente ou se escondem, seja nos bolsos, seja às costas. Gestos abaixo da linha da cintura ou escandalosos e em excesso poluem o visual. Vícios na linguagem, pequenas dubiedades e até gagueiras superficiais aparecem. Essas e outras tantas atitudes posturais de insegurança demonstram claramente uma baixa estima pessoal. Este o terceiro elemento dentro do campo particular do indivíduo que sente a angústia interior de ter que se dirigir a um grupo de pessoas, sejam desconhecidas ou não. Revisando: O leitor poderia questionar se ainda não faltaria aqui o conhecimento das técnicas de boa comunicação para falar em público. E a resposta é um claro sim. No entanto, podemos firmemente considerar que na maioria dos casos, falar em público não requer erudição, ou profundo conhecimento da língua, bem como educação refinada. Daí que deixamos para segundo plano o conhecimento das técnicas que vão, com vantagem, alavancar a habilidade natural de comunicação de qualquer pessoa, a novos e melhores patamares, parta ele do ponto que estiver. Por ora, vamos nos ater apenas aos aspectos que mais suscitam queixas dos novos falantes. Como resolver esse conjunto de inseguranças A partir do momento em que reconhecemos o real ambiente onde se encontram nossos desafios para enfrentar uma audiência, vamos dar o primeiro passo. O primeiro esforço será em desacreditar que o público deseja o nosso mal. Pelo contrário, o público tem atitude passiva, a nossa é a única ativa durante o evento da Oratória. O público espera que nos saiamos bem ao falar. Percebemos essa expectativa no modo como as pessoas nos olham. Resolvendo os 3 aspectos psicológicos Além disso, o público prefere que sejamos confiantes ao entregar nossa mensagem. Esta confiança deve estar enraizada em nosso íntimo. Ela deve existir em função da consciência de que somos dignos de falar, de que o conteúdo é de nosso domínio e também que estamos preparados para
Como resolver conflitos na comunicação

Aprenda como resolver conflitos na comunicação.
Onde deve estar a atenção do orador

Quando fazemos uma apresentação precisamos saber onde colocar nosso foco de atenção. Neste artigo eu mostro onde.
Sem essa de ficar com medo!

Seu medo de falar em público foi agravado com a pandemia? Em 2020 os médicos detectaram uma nova fobia de medo. Era a “Coronofobia”, o medo de pegar o coronavírus. Não é por acaso, mais de 2.5 milhões de pessoas morreram vitimadas da doença até agora em todo o mundo. O medo na população veio principalmente das notícias diariamente geradas pelas mídias de massa, internet e foi reforçado pelos novos comportamentos adotados como prevenção, como o confinamento (lockdown), o uso de álcool e o uso de máscaras. Mas, agora que estamos nos distanciando da grande ameaça de pandemia, principalmente devido à vacinação em massa, vemos que muita gente trás o medo, que ficou instalado no sistema nervoso pela experiência vivida neste processo. Os consultórios psicanalíticos e psiquiátricos estão lotados.Segundo dados da Anvisa, no Brasil existem mais de 130 tipos de antidepressivos. E nos últimos 4 anos a venda desses medicamentos cresceram mais de 40% Não é um medo simples. É um pavor diante da possibilidade de morrer de uma gripe. Soma-se a isso a dor de ter perdido parentes e amigos próximos. Todos nós perdemos uma parte de nós, mesmo os que não experimentaram a doença. E entre os que experimentaram e continuam por aqui, muitos ficaram com sequelas. Eu mesmo ainda estou aguardando a volta do meu paladar depois de ter me curado de coronavírus em janeiro de 2022. Esta experiência da pandemia é maior e mais profunda do que podemos pensar. E, afirmam os espiritualistas que, a humanidade não aprendeu direito a lição. Mas, que lição é esta? É a lição da fraternidade. Muitas pessoas deram-se as mãos durante os períodos de dificuldades que muitos passaram por não poderem trabalhar, entre eles os que perderam seus empregos por causa das empresas que foram forçadas a fechar as portas. Outros, no entanto, foram encontrados fazendo festas, viajando, ou reclamando de ter que ficar em casa, com os filhos, no relacionamento conjugal próximo ou ao lado da família que, para muitos era quase desconhecida pela pouca convivência. Houve aumento nos casos de divorcio desde 2020 por causa da convivência entre os casais (?) chegando a bater recorde no número total de separações desde 2015. A fraternidade é o nome que damos para a boa vontade em ajudar ao próximo, ao necessitado. É a ação da bondade, da ajuda verdadeira que foi muito necessária nesse período. Foi realizada pelo vizinho, pelo desconhecido, pelo parente e pelo amigo. Foi uma bênção que transformou a história de muita gente que esteve por um fio. Apesar de tudo isso, muitos acabaram voltando ao estado de espírito anterior agora que o maior risco já não existe como antes.São poucos os que absorveram o conceito mais profundo e se deixaram dominar por ele. Dizem alguns espiritualistas que serão necessários mais dois grandes eventos de purificação da humanidade para que ela chegue em um estado onde as guerras já não façam mais sentido. O que dizer de nós? Se não morremos combatendo um vírus mortal nos matamos em guerras criadas por nós mesmos? Como estão seus medos? Como você se sente interiormente? Está mais fortalecido ou mais fragilizado depois dos últimos anos? Você já sabe que a minha matéria prima é o ser humano. Minha empresa é de Desenvolvimento Humano. E o foco que eu uso como pano de fundo para ajudar as pessoas a se desenvolverem é a comunicação. Pensando nisso eu te pergunto: “Como está sua comunicação?” Você tem se comunicado bem? Consegue falar em público? Não foi atingido pelo medo de forma a alterar, ainda que um pouco, a sua expressão verbal ou não verbal? Eu estou por aqui. e quero me colocar à sua disposição através de meus treinamentos, para o seu crescimento interior. Eu trabalho baseado em conhecimento e autoconhecimento. As vezes uso filosofia nas minhas aulas. As pessoas desse tempo estão se mostrando muito carentes disso. Venha participar de uma de minhas turmas. Desenvolva sua comunicação e ganhe destaque na sua carreira profissional. Aumente suas chances de evolução pessoal em todas as áreas da sua vida. Conte comigo! Prof. Sidnei Miranda
Quais os efeitos de uma boa comunicação?
Ficamos admirados quando percebemos pessoas que se comunicam bem.Eles acabam virando referência por causa disso.Conseguem obter acordos melhores, justamente porque se comunicam melhor.Mas isso não quer dizer que eles tem os melhores desejos, seguem as melhores filosofias, ou possuem os melhores ideais.Algumas das personalidades mais marcantes da história humana, que deixaram sua marca pelas ações que manifestaram, foram, tanto cruéis quanto benéficos. E muitos deles eram ótimos comunicadores. Você consegue imaginar alguns nomes, não é? Pois bem. Eu vejo que estamos de acordo que é bom ter uma comunicação de alto nível!Mas, também penso que devemos concordar sobre as intenções do comunicador. Que elas devem ser de alto nível também. E quando falo em alto nível, penso logo nos universais de Aristóteles, ou seja:Justiça, paz, liberdade, amor, saúde, bondade, etc. Você não acha que isso deveria ser o foco dos grandes estadistas, por exemplo? É certo que existe hoje, esse negócio da força da mídia deslocando o foco de atenção das massas para sua visão ideológica. E isso atrapalha em muito a percepção real dos fatos. Recebemos as coisas acompanhadas de interpretação pessoal. Parece que estamos encobertos por um véu que nos define dentro de um viés, seja político, seja filosófico, etc. E parece que sempre tem muita gente com interesse nisso. O poder que os humanos tanto buscam passa pelo exercício desse poder sobre seu semelhante. Triste isso! O grande desafio, ao meu ver é conseguir sobreviver além das bolhas criadas de tempos em tempos. Digo isso porque sou de 1965 e vi essas coisas surgirem como que do nada a partir de 1998 no Brasil.Depois fui percebendo que isso parecia ser uma tendência no mundo todo. E nem era novo. Parece que o ser humano não consegue sair da dicotomia do bem e do mal com facilidade. Vive colocando seus próprios irmãos na posição de inimigos apenas por pensarem diferente. A comunicação e seu estudo consegue mostrar o que está além disso. Talvez seja por isso que eu gosto tanto dessas coisas. Eu consigo enxergar bem além dos limites de visão impostos pela mídia de massa, pelos ideais de esquerda e de direita, pelos posicionamentos culturais, etc. Não há como negar que existem coisas boas em todos os espectros. E ruins também, claro. Porém, é fundamental que consigamos perceber o que está além disso tudo. Porque, no limite desses espectros, isso é uma luta insana que no final das contas não tem data pra acabar. Esta luta se alimenta dela mesma. É como se fosse uma gigantesca balança buscando seu próprio equilíbrio tendo em cada um de seus lados seu oposto. Não há um propósito maior sendo almejado. Aliás, o que seria um propósito maior é anulado no meio da luta insana. Só quando as pessoas se veem diante do desespero e em um beco sem aparente saída é que buscam a saída pra cima. (algumas para baixo). Essa digressão que eu fiz acima é parte das percepções que os estudos sobre a comunicação me levam. E leva qualquer pessoa a perceber. Isso é só o começo dessa percepção. Somos muito maiores do que nossos conflitos. Eles é que são pequenos. A questão final é que nossas ações dão significado ao que somos e mostram nosso tamanho. E viver dentro dessa confusão toda não deveria ser o que nos define. Não acha? O que você quer que te defina? Sidnei Miranda
4 erros que estragam as suas apresentações

Falar em público se tornou rotina para muita gente desde a pandemia. Mas os novatos cometem muitos erros. E neste artigo você vai conhecer os 4 erros que estragam as suas apresentações. O fato de termos diversas oportunidades para falar em público não garante que vamos fazer ótimas apresentações. Muita gente se sentiu quase forçado a isso. E isso aconteceu porquê? Por causa da obrigatoriedade de algumas imposições: Lockdown Desemprego Trabalho remoto As redes sociais se tornaram um dos maiores meios de renda extra na velocidade mais rápida de todos os tempos. Mas, existem 4 erros que estragam as suas apresentações. Principalmente se você estiver começando. A nossa vida é uma sequência de desafios a serem resolvidos. E pagar os boletos se tornou uma das imposições que fez a maioria das pessoas saírem da zona de conforto. Muitas dessas pessoas se moveram para áreas nunca antes pesquisadas. A exposição as redes sociais foi uma delas. Aparecer nas telinhas através das redes sociais se tornou o novo normal para muita gente que dizia morrer de vergonha disso. E sem chance para continuar vivendo de desculpas, uma massa enorme de novos entrantes se iniciaram nesta empreitada desafiadora que é falar em público. Para você ter uma ideia de quanto esse mercado mostrou aquecimento, apenas um dos cursos novos de oratória online que foram lançados em agosto de forma gratuita para o primeiro mês, realizou mais de 900 mil matrículas. A quantidade de ferramentas para a manifestação livre e criativa para qualquer perfil de pessoas também se multiplicou: Ferramentas livres para suas apresentações: Story Reels Tik Tok YouTube Facetime Pinterest Ninguém mais tem desculpas para não se apresentar ao mundo. Seja como for, o desafio agora é outro. É por isso que este artigo veio à existência. Eu quero mostrar os piores erros dos principiantes em oratória do mundo. Se eles forem resolvidos, certamente o público vai começar a dar muito mais atenção aos seus esforços artísticos ou nem tanto. Como professor de oratória, entre outros cursos desde o ano de 1998 do século passado, eu tenho observado como uma pessoa pode se destacar ao falar em público. E agora eu vou te mostrar como é o jeito errado de fazer isso. Os 4 erros que estragam as suas apresentações. Não é o que você fala, mas quem você é que dá peso à sua fala. EURÍPEDES Os quatro erros estão relacionados à imagem que transmitimos ao público. Vamos ao primeiro: 1º) Falta de simpatia Você já parou para pensar em quantas pessoas não conseguem dar um simples sorriso ao encontrar com outra pessoa? E aquelas que vivem de cara amarrada? Em público isso é como uma sentença de morte. Nem um sorrisinho de canto de boca? Ora, me poupe de olhar para sua cara de rabugento e escolha outra profissão. O mundo já tem muito coisa pesada para absorvermos. E se você realmente quer segurar o mínimo da atenção de seu público, por favor, comece sendo minimamente simpático. Não precisa ser espalhafatoso. Um semblante leve já ajuda. E um sorriso sincero conquista os corações e ajuda a aliviar as tensões de seus seguidores. Agora, perceba que existe uma sequência de exposição que pede um determinado modo de comportamento, visto como ideal que é o seguinte: Você não deve se comportar no mesmo modo do começo ao final da apresentação. Neste sentido posso afirmar que existem pelo menos três modos para se comportar durante qualquer apresentação. São eles: Abertura – aqui você é mais caloroso, mais emocional. Daí a simpatia. Desenvolvimento – aqui é onde você entrega seu conteúdo mais importante. Mostre-se focado, ordenado, organizado. Finalização – aqui é onde você volta para um estado mais emocional novamente. Agradece, desafia, convida, etc. Pense bem, quanto mais variação melhor. E isso faz todo o sentido, afinal, cada parte da sua apresentação tem um conteúdo diferente. E você é o condutor desses conteúdos diferentes. Por isso deve se comportar de modos diferentes. Isso vai te ajudar a evitar os erros que estragam as suas apresentações 2º) Falta de energia Atualmente vivemos uma época de muito estímulo sensorial. E não é apenas nas redes sociais, ou na internet de forma geral. A vida off line está cheia de estimulantes. Você concorda? Senão, veja esta lista: Cafeina + incrementos: TCM, L-Carnitina, Chromo, Vitamina B, Colina, café, Taurina, Termo gênicos naturais. Potencializadores Cognitivos: Neuroserina, CoEnzima Q10, Gaba, Ômega 3, Ginseng. Nootrópicos: Piracetam, Huperzine A, Fosfatidilserina, Vinpocetina, Hydergine, Ashwagandha. Bebidas energéticas: Taurina, Cafeína, Colina, Biotina, Niacina, Açaí, Erva mate, Guaraná, L Theanine do chá verde, Inositol. Estimulantes da libido: Super Libido, Viagra, Ostras, Ginseng, Chocolate, Amendoim, Tríbulus Terrestris, Maca Peruana, Catuaba. Agora, sem exageros, o que eu quero dizer é que não dá mais para assistir a um vídeo onde a pessoa se arrasta com uma voz lânguida, sem movimentos, sem expressão fisionômica. Como eu disse acima, não precisa se exceder na comunicação não verbal, no entanto, é necessário demonstrar energia na expressão. Além disso, as pessoas querem sentir isso em nossa exposição. Até as palavras que usamos e a estrutura de nossas frases devem vir recheadas de força. A única exceção será para os canais de relaxamento e meditação, onde a voz deverá ser mais para um tom grave e monocórdio, além de ter um ritmo mais lento. Fora isso, pode carregar um pouco nas cores. 3º Falta de humildade. Sinceramente, o mundo está cheio de sabichões. Aquelas pessoas que, logo aos 18 anos já estão passando pito nos mais velhos. Que demonstram seus cases de sucesso com pouco esforço e seu lifestyle de milionário com tempo de sobra em locais paradisíacos, sempre muito bem acompanhados. Eles sempre afirmam ter descoberto fórmulas mágicas de crescimento ultra rápido, que poderiam ser comprados por elevados preços. No entanto, dada sua bondade super elevada, estão disponibilizando por uma verdadeira pechincha. Mas, é só para os sortudos que esbarraram em suas páginas de captura de e-mail. E não é que eles conseguem encontrar pessoas com seu perfil? Aos montes, eu diria.
Como se posicionar sem causar conflitos
Lembra daquela última vez que você quis se posicionar em relação a alguma informação, notícia ou tema polêmico e não se saiu bem?Você consegue descrever o mal estar que foi criado só porque você quis dar a sua opinião sobre um assunto?E depois de tudo mal acabado você ainda ficou com aquela pergunta na cabeça: Mas eu só dei a minha opinião! Os temas polêmicos são os que mais oferecem esse risco. Polêmico é todo assunto onde não existe consenso. Ou seja, onde as pessoas, de forma geral, estão divididas em relação a ele. Existem alguns temas que nem a ciência consegue oferecer uma resposta definitiva. Pensando nisso, quero dar algumas possibilidades em relação a esse assunto. Como se posicionar diante de um tema polêmico? Existem no mínimo 3 posicionamentos para isso. Veja as opções abaixo: Perceba que você nem precisa ser conhecido publicamente para tomar qualquer uma das 3 posições acima. Basta que esteja em um grupo de pessoas que já te conhecem. Outro dia eu perguntei para um grupo de pessoas se elas já haviam se decepcionado com algum amigo de longa data que revelou ser preconceituoso com alguma coisa que lhe chocou. A maioria disse que sim. Estou contando isso para dizer que, na maioria dos casos, as pessoas, mesmos as mais próximas não nos conhece. Em muitos casos nem mesmo a gente se conhece bem. Então, eu sugiro que você considere os seguintes pontos para tratar bem os assuntos considerados polêmicos. Certa vez, em uma de minhas turmas, falando sobre este tema, uma de minhas alunas levantou a mão e afirmou: – Professor, eu sou cristã e afirmaria a minha crença sempre, em qualquer situação. Isto para mim é uma questão de honra. Aliás, na Bíblia está escrito que todo mundo deve saber responder adequadamente sobre a sua fé. Achei esse um bom argumento (aliás, um contra-argumento) para as minhas afirmações acima. E respondi com uma pergunta: – Você se comportaria assim, afirmando ser cristã lá no deserto do Afeganistão diante do exército do talibã? Para que serviria a sua fé neste momento? O que é que ela iria edificar? Como ela poderia salvar você da morte? Isso não seria um desperdício de paixão diante de um problema claro? Ela pensou por alguns instantes e respondeu que precisaria pensar um pouco. Eu busquei ajudar dizendo:– As coisas precisam ter uma utilidade. E esta utilidade, pelo ser humano, sempre deverá ser aplicada com razão, ou seja, utilizando os artifícios de nossa inteligência. Existem situações onde é mais inteligente manter a vida a fim de manter sua fé viva por mais tempo. Existem ambientes onde certas crenças não são aceitas. E isso significa dizer que a inteligência está em todos os lugares. Em alguns mais, em outros menos. O resultado das relações humanas neste sentido vai depender de como usamos nossa inteligência. E a comunicação, ou a boca fechada vai indicar o quanto você saber usar. Em filosofia é dito que: Opinião não serve para nada, pois todo mundo tem. O que importa mesmo é a verdade sobre as coisas. Sócrates, o filósofo grego, que ficou conhecido como o maior buscador da verdade, foi condenado à morte por afirmar demais as suas verdades. Jesus Cristo, conhecido por SER a própria verdade, foi condenado à morte por afirmar isso. Eu, que não estou nem próximo de um deles acima, prefiro sair do debate. O que você acha?
10 Livros de Oratória indispensáveis
“Como Falar Bem e Sem Inibições” do professor Reinaldo Polito, está na 111ª Edição. Neste livro, o autor expõe, de maneira clara, simples e didática, toda sua experiência de décadas ensinando executivos e profissionais liberais de alto nível a se apresentarem com desembaraço e sem inibições. Cada capítulo é uma verdadeira aula que traz passo a passo todas as técnicas para tornar-se um comunicador excepcional. “Como Falar em Público e Influenciar Pessoas no Mundo dos Negócios”de Dale Carnegie. Este livro vai lhe ensinar a falar em público com naturalidade, vivacidade, sentimento e clareza. Vai saber como aplicar as técnicas da boa oratória nas relações comerciais e empresariais. No mundo globalizado é importante manter aberta a relação entre os povos, apesar da incerteza e das tensões, medos e inseguranças existentes. “Tratado da Argumentação” de Chaim Perelman e Lucie Olbrechts. As preocupações que permeiam este livro vinculam-se àquelas dos autores da Renascença e, mais ainda, às dos autores gregos e latinos que estudaram a arte de convencer e as técnicas da discussão. Ultrapassam amplamente os limites da retórica tradicional e visam, sobretudo, aos textos impressos e aos meios discursivos de obter consentimento. As diferentes espécies de discurso, suas variações em função das disciplinas e dos ouvintes, a maneira pela qual as noções se modificam e se organizam, a história dessas transformações, os sistemas que tiveram origem na adaptação de conjuntos nocionais a problemas de conhecimento fornecem aqui um campo de pesquisas de uma riqueza incomparável. Por analisar os raciocínios apresentados, tanto por jornalistas nos seus jornais ou políticos em seus discursos quanto por advogados em suas defesas, juízes em suas decisões ou metafísicos em suas explanações, este Tratado da argumentação é dirigido não apenas aos filósofos, mas a todos aqueles que têm a tarefa de convencer, seja a que título for. “O Segredo das Apresentações Poderosas” de Roberto Shinyashiki. Se quiser ter o sucesso que deseja, você vai ter de fazer apresentações poderosas.Não importa qual seja a profissão, função ou atividade que você resolveu abraçar para realizar seus sonhos. Em qualquer cargo ou área de atuação, você precisa saber se comunicar para apresentar suas ideias, demonstrar seu ponto de vista, influenciar e convencer as pessoas dos seus argumentos e fazer com que elas comprem suas propostas e produtos. “Ted talks” de Chris Anderson. Esse livro explica como alcançar o feito de produzir uma fala marcante. Não há uma fórmula, já que nenhum discurso deve ser igual a outro. Contudo, existem ferramentas que podem garantir o desempenho de qualquer orador. “Teoria de Argumentação Jurídica” de Robert Alexy. É uma das mais influentes obras da Filosofia do Direito surgida nos últimos tempos. Traduzida para 13 idiomas, em países como Grã-Bretanha, EUA, Itália, Espanha, na Escandinávia e na América Latina, recebeu da Academia da Ciência de Göttingen em 1982 o Prêmio da Classe Filosófico-Histórica. O tema central deste livro se estabelece em torno da seguinte indagação: é possível uma fundamentação racional das decisões jurídicas? Isto é, há possibilidade de determinar critérios que se imponham a discursos práticos e especificamente ao discurso jurídico, em que há questões valorativas em debate, de modo que possam ser esses discursos chamados racionais? O autor demonstra que é possível, sim (e devido), o desenvolvimento racional do discurso mediante a observância de regras imprescindíveis para o alcance de qualquer consenso fundado. “Falar bem é Fácil” de Eunice Mendes, Lena Almeida e Marco Polo Henriques. Esta obra reúne em um único volume as principais instruções para quem busca aprimorar a capacidade de falar em público. Este superguia 100% prático foi escrito com uma linguagem objetiva e ainda vem acompanhado de cases e ilustrações que facilitam a memorização daquilo que é essencial para uma comunicação eficaz.Comunicar-se bem é, hoje, uma questão de sobrevivência. Mais que isso, é condição obrigatória para ter um bom desempenho nos âmbitos profissional e pessoal. Neste livro, três profissionais experientes indicam os caminhos para o desenvolvimento das habilidades de comunicação nas mais variadas ocasiões. “A Arte de Falar em Público” de Stephen E. Lucas. Falar em público assusta muita gente. Parece um talento distante de boa parte das pessoas, mas a verdade é que tornar-se um orador admirado por diferentes plateias ou mesmo pelo seu grupo de trabalho exige “apenas” preparação e treinamento. A arte de falar em público apresenta, além de teorias clássicas e contemporâneas da retórica, ferramentas essenciais para o desenvolvimento de habilidades práticas da oratória. De grande sucesso nos Estados Unidos, esta obra leva o leitor pelos caminhos necessários para atingir o sucesso em uma apresentação: comportamento diante da plateia; a abordagem de temas éticos, étnicos e religiosos; obras de referência para consulta; a análise prévia do público ouvinte; o uso de recursos visuais; os métodos de elocução e de persuasão; o cuidado com o plágio na elaboração do material. Como falar em público é um ato cênico, observar a atuação de outros oradores é um exercício bastante efi caz. Nesse sentido, o livro oferece uma série de exemplos de narrativas, trechos de palestras e discursos, conferências, simpósios, elogios fúnebres e outras apresentações que demonstram os princípios da oratória na prática. “Como Falar Bem em Público”. De William Douglas, Rogério Sanches Cunha e Ana Lúcia Spina. Comunicação é algo que permeia a vida de todos. Comunicar-se bem é um dos requisitos do sucesso em qualquer área da vida. Pensando nisto a Editora Impetus lança a 3ª edição da obra Como Falar Bem em Público, dos autores William Douglas, Rogério Sanches Cunha e Ana Lúcia Spina. Os autores, por meio de suas experiências profissionais, dão dicas e ensinam técnicas para que o leitor consiga se fazer escutar e, principalmente, se fazer entender, bem como aprender a enfrentar situações diversas: prova oral em concursos, dar aulas ou palestras, defender uma tese acadêmica ou submeter-se a uma entrevista para um novo emprego ou à imprensa de maneira brilhante e segura. Uma obra destinada a todos os segmentos profissionais, em que a boa comunicação é imprescindível. “Boas Apresentações Vendem Ideias”, de Carlos Alberto Debastiani.É uma obra voltada para profissionais de todas as áreas de negócio que buscam aprimoramento em técnicas de produção de slides e condução de apresentações para obter sucesso tanto na transmissão inequívoca de
Por que uma live pode ser desgastante e cansativa de assistir

Eu tenho ouvido alguns psicólogos relatando o stress de muita gente nesta pandemia. Eu acredito que isso também pode acontecer por assistirem muita live no instagram, facebook e youtube. O problema não está apenas no fato de as pessoas assistirem o que chamam de “muitas” lives, mas principalmente por causa da “qualidade” dessas lives. Por causa disso eu decidi escrever esse texto para explicar o por que uma live pode ser desgastante e cansativa de assistir. Eu sou professor desde 1998 e quando comecei eu dava aulas de no mínimo 3 horas e meia sem que os meus alunos experimentassem cansaço. E sempre foi presencial. Em 2010 passei a dar aulas de oratória ensinando as pessoas e melhorarem suas habilidades de falar para uma audiência pequena ou grande. Assistir uma aula é muito parecido com assistir TV. Você não acha comum que uma pessoa passe muitas horas na frente de uma TV? Pois bem, para quem gosta de TV e assiste programas por horas, normalmente não reclama de cansaço por assistir tanto tempo. E sabe por que? É por que os programas de TV são feitos a partir de um roteiro. Tem qualidade de som e imagem, tem cenário elaborado para compor com o conteúdo e transmitir harmonia e equilíbrio entre o tema exposto e o contexto geral do programa. Assim como uma aula que foi preparada e que segue um padrão de didática. E qual é o problema das lives? Uma live não possui todos esses elementos. Normalmente, além de não ter roteiro, uma live não tem linguagem adequada para o conteúdo que está sendo exposto. Também pode não ser indicada ou adaptada para o nível de entendimento de quem assiste. Um outro fator que pode ajudar nos desgaste mental de quem assiste muitas lives é que elas normalmente podem levantar muitos questionamentos sem no entanto propor respostas adequadas e definitivas. Geram mais dúvidas do que respondem a essas dúvidas. Um outro fator é que, a pessoa que faz a live e se oferece como referência do conteúdo pode, ela mesma não estar muito bem e influenciar seu público de forma não muito positiva. São, em muitos casos, pessoas que não sabem como reduzir confusões na comunicação. Como professor de oratória, eu tenho disponibilizado quase diariamente, conteúdos sobre estratégias de comunicação e técnicas de oratória para quem quiser aprender de forma livre lá no meu canal do Instagram. Meu objetivo é justamente facilitar para as pessoas obterem o conhecimento necessário para se tornar relevantes e positivos para quem absorve seus conteúdos. A comunicação na oratória não é igual à comunicação diária, social, sem compromissos. Que diferenças existem da comunicação na oratória para a comunicação natural? Na oratória, essa diferença pode ser compreendida através de três fatores simples: Em uma exposição pública ou para um grupo, normalmente existe a limitação do tempo. Isso faz com que seja necessário um controle do orador para que seu tema seja todo coberto dentro do tempo estabelecido. Assim, ele deverá pensar em uma estrutura que consiga entregar o conteúdo no prazo pré estabelecido e controlado pelo relógio. Outro fator é que a linguagem deve ser moldada o mais adequadamente possível para o perfil do público para quem o conteúdo é direcionado. O orador deve cumprir seu objetivo dentro do espaço de tempo disponibilizado para sua fala. Por fim, o comunicador deve pensar em antecipar respostas para possíveis dúvidas que possam ocorrer no público caso não seja possível que eles participem com perguntas. A linguagem a ser utilizada em uma exposição pública não deve ser a mais coloquial. Isso garante que seu conteúdo chegue de forma mais limpa e coerente com o conteúdo para um público heterogêneo. Não é adequado ficar usando gírias, maneirismos, vícios de linguagem, palavrões e outros recursos que normalmente são aplicados em um ambiente mais informal. É isso o que reforça o fato de que a linguagem na oratória deve tender para o mais formal, ainda que não clássico. Entenda-se: limpo de recursos coloquiais, populares e simplistas ou linguagem chula. Uma apresentação para público grande exige uma forma de “elocução” diferenciada. O orador não deverá usar a forma mais comumente aplicada em conversas informais, mas, deverá usar dos recursos de voz, dramatização, semblante e gestos que facilitem a devida compreensão e absorção dos conteúdos expostos. Pessoas que fazem live online sem aplicar recursos assim, normalmente passam por inexperientes. Isso não chega a ser um problema para a imagem da pessoa, porém o tema normalmente pode ficar comprometido. Estes exemplos acima demonstram como uma live pode ser a semente para mais confusão do que conteúdos que acrescentam, caso a sua exposição não contemple aspectos mais técnicos. Como frequentador de lives que eu sou posso dizer com minha experiência de comunicador e professor de oratória que existe muita coisa que pode ser melhorado na performance da maioria das pessoas que se expõe nas redes sociais. São pequenos detalhes que fazem uma grande diferença quando somados ao longo da fala completa. Todas as pessoas podem falar melhor até o ponto de virarem referência em seu setor de conhecimento. Aliás o que torna uma pessoa uma referência além de seus feitos é também, a sua comunicação de alta qualidade. Eu acredito que as lives vieram para ficar. São um ótimo recurso para melhorar nossa vida e estimular a cooperação entre nós. No entanto, muito ainda podemos melhorar em nossa performance. Para saber mais sobre técnicas de oratória e de comunicação eficaz conheça o meu site: sidneimiranda.com.br
O novo normal na comunicação e no contato pessoal

A nova comunicação é a mesma de sempre com alterações definitivas.
Como a comunicação pode motivar a ação na empresa.

Considerando os relacionamentos profissionais, não precisa ser especialista para afirmar que sempre existe um propósito por trás deles.
Neste sentido a interação profissional visa a um resultado que não é relativo a uma pessoa, mas, sempre, da empresa.
A não-técnica que melhora
em 50% sua oratória

Conheça uma não-técnica que ajuda a melhorar sua oratória em 50%.
Fazer teatro pode não ajudar para falar em público.

Em minhas turmas novas de oratória, alguns alunos afirmam que pensaram em fazer curso de teatro a fim de resolver a questão da timidez para falar em público. Existem muitas pessoas que acreditam que o teatro pode realmente ajudar alguém que é tímido a resolver a questão. Porém, isso não é verdade.Nem preparadores de atores e atrizes da Rede Globo conseguem resolver esta questão da timidez.
Comunicação com empatia, a mágica do bom relacionamento!

Como é bom ter relacionamentos saudáveis. Uma comunicação empática pode ser a melhor forma de se obter bons resultados em tudo na vida!Poder se entender com as pessoas e aproveitar de relacionamentos que fluem; como águas de um riacho tranquilo em um dia de verão. É muto bom 🙂
Como reduzir confusões na Comunicação.

Aprenda a reduzir os conflitos na sua comunicação diária com as dicas do Prof. Sidnei Miranda.
Como falar em público do jeito certo.

Falar em público do jeito certo vai inspirar seu público à ação e fazer de você um líder. Esta é a forma de você adquirir autoridade ou poder pela oratória.
Coaching de comunicação para atingir o ápice na carreira.

Coaching de comunicação pode te ajudar a atingir o ápice de sua carreira profissional.
Comunicação e atitude para conquistar objetivos

Comunicação bem feita é sinônimo de sucesso na vida e na carreira. Aprenda neste artigo como construir a sua.
Como fazer o LNT – Levantamento das Necessidades de Treinamento

Neste artigo você vai poder baixar um modelo de LNT para sua empresa. Descubra quais áreas estão precisando de treinamento e qual deve ser aplicado.
Como funciona uma Constelação Familiar

A constelação familiar é uma terapia breve que consegue demonstrar as dinâmicas ocultas dos relacionamentos e seus desdobramentos.
Como melhorar sua vida melhorando sua autoestima

A autoestima é um dos aspectos menos comentados na área profissional e de negócios e que pode fazer uma diferença da água para o vinho no desempenho dos profissionais em geral.
Curso de Oratória, como fazer uma boa escolha.
Fazer um curso de oratória pode ser o ponto de mutação para muitos profissionais em sua carreira. As possibilidades são muitas; conquistar aquela promoção tão desejada…
O medo de falar em público pode ser identificado e dominado, aprenda como.

Você não está sozinho. Quando perguntados sobre o medo que as pessoas sentem ao falar em público, as respostas que tenho ouvido ao longo dos anos são essas:
Carreira e os motivos para fazer coaching

Os motivos para fazer coaching podem ser muitos. Tantos quantos o ser humano pode ter em uma vida produtiva.
Neste artigo vou mostrar alguns dos motivos mais observados nos consultórios de coaching
Comunicadores brasileiros de destaque

Grandes personalidades brasileiras que arrastam multidões através de seu discurso. Quais são os fatores que fizeram dessas pessoas, ícones de sua geração. Veja neste texto do Prof. de Oratória Sidnei Miranda.
Leitura Dinâmica, Memorização e Técnicas de Estudos

Neste curso o aluno vai ter a oportunidade de desenvolver várias habilidades e conhecer novas técnicas de estudos.
O curso é composto de várias disciplinas:
Leitura Dinâmica
Memorização
Técnicas de Estudos
Mapas Mentais